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The Pólis

Por uma confluência de fatores que davam para muitos, muitos textos, a atividade nuclear da direita portuguesa no presente e passado recente, tem sido apenas contrariar e tentar irritar a esquerda. Começou num processo lento, mas que agora arrasta todos os partidos à direita do PS para um lamaçal de nenhures, onde a competição entre si se limita em chamar à atenção.

Há quem goste deste ambiente e há quem goste apenas de sentir que alguém contraria e afronta a esquerda, só que por muito apelativo que seja, é uma forma de atuação que acrescenta zero ao país. Para somas zero já tínhamos toda a esquerda, agora se também a direita se alinha pela bitola da inutilidade, o PS tendo o ónus do poder, fica com a faca e o queijo na mão e passa facilmente a impressão de adulto na sala.

Ficamos assim presos num vórtex de socialistas, independentemente dos familygates, da corrupção ou das bancarrotas, estamos presos com eles, por incapacidade de todos os outros.

Ontem fizeram-se 42 anos da assinatura da AD, um projecto de coligação inovador, de ímpeto reformista do PSD, CDS e PPM. Do tempo em que a direita começou a limpar as asneiras da esquerda. Do tempo em que os partidos à direita tinham gente com propostas sérias e úteis para o país e não apenas respostas para as manchetes dos jornais.

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